A rede dissolve-se com o tempo, e a sua importância esvai-se em pensamentos.
Agora existe um grupo. E no seio dele desenvolvem-se paixões, amizades, acusações e vivem-se noites.
Desaparece o tempo das noites insanas a duas, para dar lugar a noites mais insanas a seis. Grupos e subgrupos que ganham vida própria no espelhar do copo de vinho.
Fumam o shilom da loucura, acompanhado de bossa nova e cuba livres para diluir pensamentos. No entanto, o inconsciente não faz o seu papel e não recalca o que devia. Perde-se o controlo. E na suave euforia esquecem a realidade. O sol nasce e não querem pensar na moral da história, e muito menos na sua própria. O agora o dirá, ou então que se cale, porfavor, para sempre.