quinta-feira, 7 de maio de 2009

S02 E04

O agora falou, mas não decidiu imperativamente o que aconteceria. Isso cabe-lhes a eles. E, enquanto não têm muito claro o que querem, deixam fluir. Mas, como ele lhe disse, algum dia tem de acabar.

Melhor antes que depois.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

S02 E03

A rede dissolve-se com o tempo, e a sua importância esvai-se em pensamentos.
Agora existe um grupo. E no seio dele desenvolvem-se paixões, amizades, acusações e vivem-se noites.
Desaparece o tempo das noites insanas a duas, para dar lugar a noites mais insanas a seis. Grupos e subgrupos que ganham vida própria no espelhar do copo de vinho.

Fumam o shilom da loucura, acompanhado de bossa nova e cuba livres para diluir pensamentos. No entanto, o inconsciente não faz o seu papel e não recalca o que devia. Perde-se o controlo. E na suave euforia esquecem a realidade. O sol nasce e não querem pensar na moral da história, e muito menos na sua própria. O agora o dirá, ou então que se cale, porfavor, para sempre.

segunda-feira, 23 de março de 2009

S02 E02

O sol nasce no horizonte, e vêm claramente a aura de Valência. Vibrante, silenciosa, está envolta de mistérios.
Cantam mais uma vez a música da saudade e da vontade que alguém veja o que vêm.
A Débora já se mudou, a Carla e a Xana querem mudar de casa. Ainda assim, terão sempre o sofá e o colchão insuflável, que no fundo é o pouco que Aleks tem certo, tendo em conta o seu orçamento.
A rede enreda-se à volta delas, e como cenário principal a Plaza de la virgen e a sala da Aleks. A sala do povo na realidade. Aquilo de que tantas vezes se riam e imaginavam numa utopia, realiza-se, de uma forma ou outra. Odeiam a rede. A rede é fácil, é falsa, é confusa e além de tudo, agora elas participam dela. A rede já não se divide, misturam-se as partes e tudo se torna fora do comum. Voltam a odiá-la.
Mas a rede não é tudo o que Valencia lhes oferece. Valencia oferece-lhes Erasmus. Como ainda não tinham percebido que podia existir. Erasmus iguais a si, ou pelo menos parecidos. Erasmus que inventam a vida Erasmus. Isso agrada-lhes. Estão cansadas do usual, e da rede. Em um mês viram muito, e quem sabe demasiado. Mas Valencia será sempre isso: novidade. Terá sempre no mais pequeno passo uma nova carta, e é isso que as prende.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Segunda temporada (script) E01



A Raquel bazou, voltou para Portugal. A Débora agora vive no sofá da casa nova da Aleks. Entretanto chegam a Xana e a Carla, que apesar de não conhecerem a Aleks ficam lá em casa. Travam-se conhecimentos não só com elas, como com outras personagens.
Ficam amigas. São as quatro tão diferentes e tão iguais. É algo ao estilo do Sexo e a cidade, mas com menos sexo, mais cidade. Esta é a temporada de conhecer novos mundos, novas pessoas e lugares.
A Débora é animal e independente, a Aleks luciferina, e algo parecida com a Marisol, a Xana calma e sensata, e a Carla é extrovertida e defensiva. Diferentes e complementares. Quatro vidas que se cruzam com os mesmos medos, pensamentos, dúvidas e inseguranças.
A Xana e a Carla encontram casa.
A Débora e a Aleks descobrem a rede. Vivem uma vida noctívaga e boémia. Estão em terra de ninguém e já a sentem tão sua. A Aleks enrola, e tem paciencias, enquanto conversam e pensam sobre a rede e os seus devaneios. Bebem mais um copo. Apagam o passado, escrevendo um futuro e vivendo o presente.
A rede aumenta: Xavier, Chico, Pako, Claudio, Fuminho, Poison, João Pedro, Ricardo, Casado, Duende...
A Débora encontra casa. Dentro de uma semana muda-se.


Está-se mesmo a ver. Somos tudo que un homem, gay ou não pode querer: Animal e Luciferina. (LOL, cenas à Débora.)
Não percam os próximos episódios porque nós também não.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009










Nós curtimos, e a verdade é essa. Como se não houvesse amanhã nem fronteiras. Ya te echo de menos chica... *

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Sobre este momento tenho muito pouca coisa (que faça realmente sentido) a dizer, mas o que interessa é que tenho, nem que fossem onomatopeias, porque no fundo os blogues servem esse propósito que é expressar o que nos leva à loucura em sequencias binárias que depois navegam como ideias iniciais por todo o mundo cibernáutico, ou pelo menos estão à disposição desse mundo.

Há frases que me assombram neste momento, pequenas frases e construções.

'Dois tiros na cabeça e um relatório para entregar amanha. São as leituras de Marcelo esta semana.'

'Aleksandra familiariza-se com o conceito de torcicolo.'

'Quem foi o sádico que inventou a merda dos exames?' (Estou revoltada.)

E agora vem a parte 2 da revolta:
'E espanhol??'

'A Diesel é mentirosa. Red Bull e um maço de tabaco: Fuel for Life. Assim é que é.'

'Aparece cá em casa, e enlouquecemos juntas, enquanto fumamos e fazemos trabalhos em espanhol'

'Next state of mind: Soap Bubbles. Ligada às maquinas.'